IA simula a final do Brasileirão e o resultado nos deixou preocupados
Rodamos dez mil simulações. Em nove mil delas o campeão comemora com um cone no gramado.
Thiago LopesEditor-chefe16 de agosto de 20264 min de leitura

A ideia era simples: alimentar o modelo com a tabela, as escalações prováveis e o retrospecto dos últimos cinco anos. O que voltou não foi simples.
Os números
Em 90% das simulações o jogo termina empatado no tempo normal. Em 62%, alguém erra o primeiro pênalti. E em praticamente todas elas, por motivos que o modelo não explica, há um cone no gramado durante a comemoração.
Perguntamos de onde vinha o cone. A resposta foi: "do contexto".
Refizemos o experimento sem nenhuma menção a cone nos dados de entrada. O cone voltou.
